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#3030545

Um paciente de 45 anos, diagnosticado com transtorno depressivo maior resistente ao tratamento, apresenta resposta parcial a diversos antidepressivos de diferentes classes (SSRIs, SNRIs e tricíclicos) após tentativas de tratamento ao longo de dois anos. Sua história médica inclui hipertensão controlada e diabetes mellitus tipo 2. O paciente relata melhora leve com a combinação atual de venlafaxina e mirtazapina, mas ainda apresenta sintomas significativos de anedonia, fadiga extrema e dificuldades cognitivas.
Considerando essa situação clínica, qual seria a próxima abordagem farmacológica mais adequada para otimizar o tratamento desse paciente?

  • Iniciar a terapia com um antipsicótico atípico como adjuvante, considerando a possibilidade de benefícios adicionais para os sintomas residuais.
  • Substituir a venlafaxina por um inibidor da monoamina oxidase (IMAO) devido ao seu perfil de eficácia em depressão resistente.
  • Introduzir o lítio como adjuvante, visando potencializar a resposta antidepressiva e garantir que não haja qualquer efeito colateral
  • Adicionar um estimulante, como o metilfenidato, para combater a fadiga extrema e as dificuldades cognitivas.
  • Iniciar um curso de terapia eletroconvulsiva (ECT), considerando a refratariedade do quadro clínico e a presença de sintomas graves.
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