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#2910966

No âmbito da Psicologia, a categoria subjetividade surge explícita ou implicitamente como seu objeto, expressando características históricas. E a questão da relação objetividade-subjetividade surge na configuração desse objeto e na definição de formas para apreendê-lo. (...)esses dois aspectos se articulam na construção das diferentes teorias da Psicologia. Assim, pode-se falar ao mesmo tempo da subjetividade como objeto da Psicologia e da questão metodológica de relação entre objetividade e subjetividade. Refletindo algumas questões, pode-se dizer que Wundt, funda duas psicologias: uma Psicologia experimental, objetiva, que procura explicar a unidade mente-corpo (tentativa de monismo) e procura descrever o “funcionamento” da subjetividade de forma objetiva. E uma outra Psicologia, que ele chamou de social, que constituía uma tentativa de recuperar a subjetividade que a Psicologia experimental aparentemente jamais conseguiria alcançar (Gonçalves In Gonçalves, Bock, Furtado, 2007). Neste sentido, posteriormente surgem algumas ideias relacionadas a linhas teóricas psicológicas, das quais é correto afirmar que:

  • O behaviorismo, criticando essas tentativas por sua pouca objetividade, muda o enfoque e passa a utilizar critérios de objetividade não apenas para o estudo do objeto, mas já para sua definição. Em vez da consciência, deve-se estudar o comportamento, o único aspecto da subjetividade que pode ser tomado de maneira objetiva. A gestalt, influenciada pela fenomenologia, redefine a noção de consciência e propõe a superação do objetivismo analítico, considerando-o inadequado para abarcar uma subjetividade global. A fenomenologia restaura a ênfase na subjetividade e questiona a ideia da possibilidade de uma objetividade sem o sujeito. A psicanálise tem uma aparência inicial híbrida de várias influências, mas termina por enfatizar uma subjetividade revista e submetida ao inconsciente. O cognitivismo mantém o caráter pragmático do funcionalismo e procura descrever as estruturas cognitivas que se interpõem entre o indivíduo e o meio. Restringe, dessa forma, a subjetividade à cognição e submete-a métodos de estudo objetivistas, aprofundando o reducionismo.
  • O behaviorismo, criticando essas tentativas por sua pouca objetividade, muda o enfoque e passa a utilizar critérios de objetividade não apenas para o estudo do objeto, mas já para sua definição. Em vez da consciência, deve-se estudar o pensamento, o único aspecto da subjetividade que pode ser tomado de maneira objetiva. A gestalt, influenciada pela fenomenologia, redefine a noção de consciência e propõe a superação do objetivismo analítico, considerando-o inadequado para abarcar uma subjetividade global. A fenomenologia restaura a ênfase na subjetividade e questiona a ideia da possibilidade de uma objetividade sem o sujeito. A psicanálise tem uma aparência inicial híbrida de várias influências, mas termina por enfatizar uma subjetividade revista e submetida ao consciente. O cognitivismo mantém o caráter pragmático do funcionalismo e procura descrever as estruturas cognitivas que se interpõem entre o indivíduo e o inconsciente. Restringe, dessa forma, a subjetividade ao inconsciente e submete-a a métodos de estudo subjetivistas, aprofundando o reducionismo.
  • O behaviorismo, criticando essas tentativas por sua pouca objetividade, muda o enfoque e passa a utilizar critérios de subjetividade não apenas para o estudo do objeto, mas já para sua definição. Em vez da consciência, deve-se estudar o comportamento, o único aspecto da subjetividade que pode ser tomado de maneira objetiva. A gestalt, influenciada pela fenomenologia, redefine a noção de consciência e propõe a superação do objetivismo analítico, considerando-o inadequado para abarcar uma subjetividade global. A fenomenologia restaura a ênfase na subjetividade e questiona a ideia da possibilidade de uma objetividade sem o sujeito. A psicanálise tem uma aparência inicial híbrida de várias influências, mas termina por enfatizar uma objetividade revista e submetida ao inconsciente. O cognitivismo mantém o caráter pragmático do funcionalismo e procura descrever as estruturas cognitivas que se interpõem entre o indivíduo e o inconsciente. Restringe, dessa forma, a subjetividade à cognição e submete-a métodos de estudo objetivistas, aprofundando o reducionismo.
  • O behaviorismo, criticando essas tentativas por sua pouca objetividade, muda o enfoque e passa a utilizar critérios de objetividade não apenas para o estudo do objeto, mas já para sua definição. Em vez da consciência, deve-se estudar o pensamento e percepção, o único aspecto da subjetividade que pode ser tomado de maneira objetiva. A gestalt, influenciada pelo behaviorismo, redefine a noção de consciência e propõe a superação do objetivismo analítico, considerando-o inadequado para abarcar uma subjetividade global. O behaviorismo restaura a ênfase na subjetividade e questiona a ideia da possibilidade de uma objetividade sem o sujeito. A psicanálise tem uma aparência inicial híbrida de várias influências, mas termina por enfatizar uma subjetividade revista e submetida ao inconsciente. O cognitivismo mantém o caráter pragmático do funcionalismo e procura descrever as estruturas cognitivas que se interpõem entre o indivíduo e o meio. Restringe, dessa forma, a subjetividade à cognição e submete-a métodos de estudo objetivistas, aprofundando o reducionismo.
  • O behaviorismo, criticando algumas ideias em função da pouca objetividade, muda o enfoque e passa a utilizar critérios de objetividade não apenas para o estudo do objeto, mas já para sua definição. Em vez da subjetividade, deve-se estudar a consciência, o único aspecto da subjetividade que pode ser tomado de maneira objetiva. A gestalt, influenciada pelo behaviorismo, redefine a noção de consciência e propõe a superação do objetivismo analítico, considerando-o inadequado para abarcar uma subjetividade global. O behaviorismo restaura a ênfase na subjetividade e questiona a ideia da possibilidade de uma objetividade sem o sujeito. A psicanálise tem uma aparência inicial híbrida de várias influências, mas termina por enfatizar uma subjetividade revista e submetida ao consciente. O cognitivismo mantém o caráter pragmático do funcionalismo e procura descrever as estruturas cognitivas que se interpõem entre o indivíduo e o meio. Restringe, dessa forma, a subjetividade à cognição e submete-a métodos de estudo objetivistas, aprofundando o reducionismo.
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