José procurou a Defensoria Pública para regulamentar a visita em
relação à filha, de cinco anos de idade, apesar de incidir sobre ele
a denúncia feita pela mãe de manipulá-la sexualmente. A mãe
passou a impedir o acesso do pai à filha desde que esta fez um
relato que sugeria cenas de abuso sexual. Angustiada, a mãe
levou a menina ao conselheiro tutelar, para o qual repetiu o
mesmo relato. Assim, o conselheiro sugeriu o impedimento do
contato paterno até que judicialmente fosse averiguada a
veracidade do abuso. Desde então, passaram-se oito meses sem
que José conseguisse qualquer contato com a filha. Em relação a
esse caso em especial, o psicólogo deve atentar que
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