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#3493149

Na prática odontológica contemporânea, a aplicação segura e eficaz do flúor depende de uma abordagem individualizada que considere não apenas a concentração e a frequência de uso, mas também as características específicas do paciente, como idade, risco de cárie, hábitos alimentares e capacidade de controle da deglutição. Essa abordagem integra diferentes fontes fluoretadas – como água, dentifrícios, géis e soluções para bochecho – e requer a adequação das doses para maximizar a remineralização e minimizar os riscos, como a fluorose.
Com base nesses princípios e nas evidências atuais, assinale a alternativa que representa uma conduta INADEQUADA no uso racional do flúor: 

  • A prescrição de dentifrícios com 1.000 a 1.500 ppm para crianças com mais de seis anos, considerando que já possuem maior controle da deglutição e menor risco de ingestão acidental.
  • A indicação de gel fluoretado de alta concentração para pacientes de todas as idades, sem ajuste da dose ou restrição quanto ao controle de deglutição em indivíduos mais jovens.
  • A fluoretação da água em níveis ajustados à média das temperaturas regionais, promovendo uma ingestão balanceada que favorece a remineralização sem exceder os limites seguros.
  • A orientação para o uso de quantidades reduzidas de dentifrício (equivalente a um grão de arroz para crianças menores de 4 anos), a fim de minimizar o risco de ingestão excessiva e fluorose.
  • A recomendação de bochechos com 0,05% naf para pacientes a partir dos seis anos, em que há controle adequado da deglutição, para complementar a prevenção anticariogênica.
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