Um homem com quarenta anos de idade, etilista, vítima
de acidente automobilístico havia uma semana, compareceu ao
pronto atendimento com queixa de otorragia na orelha esquerda,
perda auditiva e paralisia facial à esquerda iniciada 3 dias após o
acidente. O exame físico desse paciente mostrou paralisia facial
periférica de grau IV à esquerda, presença de sangue no conduto
auditivo externo esquerdo e perfuração da membrana timpânica.
O paciente foi submetido a tomografia computadorizada de ossos
temporais que evidenciou linha de fratura longitudinal à
esquerda, com velamento parcial das células mastoideas.
Acerca desse caso clínico e de traumatismos do osso temporal,
julgue o item subsecutivo.
As fraturas longitudinais do osso temporal, também
denominadas extralabirínticas, são as fraturas menos comuns
após trauma fechado. As fraturas mais comuns são as
transversais, causadas por impacto occipital.
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