Paciente de 32 anos, previamente hígido, apresenta crises recorrentes caracterizadas
por perda súbita de consciência, rigidez tônica generalizada seguida de movimentos clônicos difusos,
liberação esfincteriana e confusão pós-ictal de 20 minutos. Tomografia de crânio sem alterações.
EEG mostra descargas epileptiformes generalizadas. Considerando a hipótese diagnóstica e a
necessidade de terapia crônica, qual é a melhor escolha farmacológica inicial para o paciente?
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