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#3673164
Texto da Questão:

Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente de 67 anos, tabagista 40 maços/ano, ex- -fumante há 3 anos, diagnosticado com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), classificado como GOLD D há 4 anos (VEF₁: 38% do previsto). Faz uso de tiotrópio e formoterol regularmente, sem oxigenoterapia domiciliar. Chega ao pronto atendimento com dispneia intensa e aumento de volume de escarro purulento há 3 dias, evoluindo com cansaço progressivo e confusão mental nas últimas horas.

Ao exame físico: FR: 28 irpm, uso de musculatura acessória SatO₂: 82% em ar ambiente. PA: 138 × 86 mmHg; FC: 112 bpm; T: 37,8 °C.

Ausculta pulmonar com roncos difusos e sibilos esparsos.

Gasometria arterial pH: 7,28; PaCO₂: 68 mmHg; PaO₂: 54 mmHg; HCO₃⁻: 31 mEq/L.

Radiografia de tórax a seguir:



(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

Qual é a conduta inicial para esse paciente? 

  • Intubação orotraqueal imediata e ventilação invasiva, pois há acidose e hipercapnia.
  • Oxigenoterapia com FiO₂ 100% via máscara de Venturi, até saturação ≥ 98%.
  • Iniciar ventilação não invasiva (VNI) com controle rigoroso de PaCO₂, ofertando O₂ para manter SatO₂ entre 88–92%, além de broncodilatadores e corticoide sistêmico.
  • Suspender broncodilatadores para evitar taquiarritmias e usar apenas corticoide inalatório.
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