Uma paciente de 56 anos de idade, com diagnóstico de
hipertensão arterial sistêmica (HAS) havia nove anos, estava em
uso regular de anlodipino, enalapril e hidroclorotiazida nas doses
máximas preconizadas. Ela relatou cefaleia frontal de moderada
intensidade após discussão familiar. Ao exame físico,
apresentava circunferência abdominal de 96 cm, circunferência
cervical de 41 cm, pressão arterial (PA) de
184 mmHg × 121 mmHg (média de três medidas) e frequência
cardíaca de 72 bpm. Os demais achados do exame físico e os
exames complementares de rotina foram normais.
Considerando o caso clínico apresentado e as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial de 2020, julgue o item subsecutivo.
Trata-se de um caso de emergência hipertensiva em uma
paciente com HAS refratária.
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