Após denúncias de trabalho escravo, empresas afirmam que roupas vinham de terceirizados
O Globo
18/06/2014
SÃO PAULO − A Comissão Parlamentar de Inquérito do Trabalho Escravo da Assembleia Legislativa de São Paulo ouviu nesta
quarta-feira representantes das marcas A e B. De acordo com declarações de diretores das empresas, alvos de denúncias do
Ministério do Trabalho, as roupas vendidas por ambas eram compradas prontas de fornecedores terceirizados. Portanto, esses
fornecedores seriam os únicos responsáveis por manter trabalhadores em condições análogas à escravidão, declararam os
representantes das empresas A e B.
(Adaptado de: https://oglobo.globo.com. Acesso em: 20 de outubro de 2019)
As denúncias
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