A repórter de um conhecido programa policial de televisão expôs ao ridículo um suspeito de ter praticado estupro. O fato aconteceu na Bahia e colocou um jovem negro em situação constrangedora, humilhando-o por conta de sua ignorância em relação aos seus direitos e ao procedimento de um exame de corpo delito. Jornalistas de todo o país e a Fenaj reprovaram o ato da repórter que não observou a norma contida no Código de Ética dos Jornalistas que afirma ser dever do jornalista opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na
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