Concordo com o argumento de que traços totalitários são
identificáveis nos discursos e práticas de Vargas, mas
não se pode dizer que tenha havido, no período, “efetivação histórica do conceito em plano macro-institucional e
societário”, como diz Roberto Romano.
[Maria Helena Rolim Capelato, Estado Novo: novas histórias.
Em Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva]
Entre outros argumentos para não definir o Estado Novo
como uma ordem totalitária, a historiadora aponta que
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