A historiografia sobre a preparação para a boa
morte registra ser essa uma prática de longa data.
No Brasil, no século XIX, ante à eminência da
morte, dívidas antigas eram confessadas.
Confessava-se dívidas nunca pagas às casas
comerciais, caixeiros confessavam ter negociado
indevidamente, há anos, com o dinheiro da
esposa. Assim, a morte corrigia os
declaradamente desonestos. Dessa forma, a
morte:
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