A figura a seguir, extraída do Manual de Drenagem Urbana da PMSP, representa, sobreposto ao hidrograma (em m³/s), um
“polutograma” (em DBO5) – representação da carga poluente associada ao fluxo de águas – do córrego Córrego Cabuçu
de Baixo, na zona Noroeste de São Paulo, durante evento chuvoso do dia 24.11.2002.
Neste diagrama, a DBO
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deve ser vista como
proxy de um conjunto mais amplo de poluentes, correspondendo assim a
todos os efeitos do uso urbano sobre a qualidade das águas, e não apenas às cargas orgânicas.
Considerando-se a atuação do poder público sobre a bacia hidrográfica de um curso de água que deva ser despoluído,
podem ser aplicadas (i) medidas estruturais – obras de engenharia – visando ao tratamento dessas cargas poluentes e (ii)
medidas não estruturais de controle e fiscalização de obras e de posturas, por parte do município. Podem ser destacadas
como exemplo de (i) e de (ii), respectivamente,