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A modelagem de processos hidrológicos, como os movimentos de massa, exige a representação fiel da superfície do relevo. Por essa razão, deve-se priorizar a utilização do Modelo Digital de Terreno (MDT), que retrata a superfície do terreno, em vez do Modelo Digital de Superfície (MDS), que incorpora ao modelo obstáculos como vegetação e edificações.
Nesse contexto, é correto afirmar que

  • o radar da Banda X é ideal para gerar Modelos Digitais de Terreno porque opera com altas frequências (entre 8 a 12 GHz). Essa característica permite que seu sinal atravesse a vegetação densa, mapeando com precisão apenas a superfície do terreno que está abaixo.
  • o radar da Banda L é ideal para gerar Modelos Digitais de Terreno porque opera com frequências mais baixas (entre de 1 a 2 GHz). Essa característica permite que seu sinal atravesse a vegetação densa, mapeando com precisão apenas a superfície do terreno que está abaixo.
  • o produto disponibilizado pela missão SRTM (Shuttle Radar Topography Mission) é um Modelo Digital de Terreno gerado a partir de dados de radar da Banda K que opera com frequências entre 18 a 27 GHz.
  • os Modelos Digitais de Terreno gerados a partir dos dados dos satélites Landsat são ideais para as modelagens de processos hidrológicos pois representam a superfície do relevo.
  • os Modelos Digitais de Terreno gerados a partir dos dados dos satélites CBERS (China–Brazil Earth Resources Satellite) são ideais para as modelagens de processos hidrológicos pois não sofrem interferências da superfície do relevo.
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