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#2977358

Um estudo realizado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) a pedido da Marinha conseguiu mapear, de forma preliminar, a provável área de onde partiu o óleo que polui praias do Nordeste desde o início de setembro. A região localizada abrange uma área que começa a uma distância de 600 a 700 quilômetros da costa brasileira, já em águas internacionais, em uma latitude próxima da divisa entre Sergipe e Alagoas.
Os cálculos foram feitos no Laboratório de Métodos Computacionais em Engenharia (Lamce) do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe/UFRJ), utilizando uma metodologia chamada de modelagem numérica. Com informações sobre a forma como o óleo chegou às praias, correntes marinhas e ventos, os pesquisadores fizeram uma previsão às avessas, reconstituindo o caminho que esse óleo precisaria ter percorrido para se dissipar da forma que vem ocorrendo.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

Imagem associada para resolução da questão


Simulação de computador da Coppe/UFRJ mostra possíveis trajetórias de manchas de óleo que desaguaram no litoral nordestino Foto: Lamce/Coppe/UFRJ

Considerando o referido estudo que aponta a provável área de origem do derrame de petróleo que aconteceu no litoral nordestino é correto afirmar que:

  • O estudo contribui para reduzir a extensão da área mapeada e chegar mais perto de um ponto específico de onde pode ter partido o vazamento.
  • A estimativa da provável origem do vazamento não é válida porque é impossível saber quando exatamente cada mancha chegou em cada praia do Nordeste.
  • A referida pesquisa permite estimar quanto tempo durou a liberação do óleo, no entanto, não contribui para ajudar a responder se o vazamento foi pontual ou gradual, e se ainda persiste.
  • A simulação permite identificar quanto tempo o óleo demorou para "intemperizar", ou seja, sofrer processos de mudanças da características físico-químicas para entrar abaixo na coluna d'água.
  • A pesquisa aponta, erroneamente, a fronteira entre Sergipe e Alagoas, como centro de origem do despejo de óleo, desconsiderando o rastreamento de embarcações que podem ter sido responsáveis pelo incidente.
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