“Lembremos a figura de Sócrates. Procurado pelos jovens,
passava horas discutindo na praça pública. Interpelava os
transeuntes, dizendo-se ignorante, e fazia perguntas aos
que julgavam entender determinado assunto: “O que é a
coragem e a covardia?”, “O que é a beleza?”, “O que é a justiça?”, “O que é a virtude?”. Desse modo, Sócrates não fazia
preleções, mas dialogava. Ao final, o interlocutor concluía
não haver saída senão reconhecer a própria ignorância.”
(Aranha e Martins, 2009. Adaptado)
Maria Lúcia de A. Aranha e Maria Helena Pires Martins
apontam que, nessas conversações, Sócrates pretendia
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