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#1934418
Texto da Questão:

USE O CASO ABAIXO PARA RESPONDER À QUESTÃO:

A enfermeira da Unidade de Saúde da Família (USF) da comunidade da Alta Baiana realizou a primeira consulta do recém-nascido do sexo masculino preconizada pelo Ministério da Saúde, cuja mãe era primípara e tinha 22 anos. Estava com muitas dúvidas e a enfermeira usou o momento para estreitar os laços e vínculo com a mãe e fazer as orientações sobre os cuidados necessários com o bebê e com a própria mãe. Realizou um exame físico completo no bebê, assim como preconiza o Caderno de Atenção Básica 33 e identificou que o bebê estava com 2.900g. A mãe, ao receber a notícia ficou muito preocupada, pois seu bebê nasceu com 3.150g. Ao continuar a avaliação, a enfermeira evidenciou que não havia testículo palpável e, ademais, verificou que a criança movimentava-se bem, tinha uma frequência cardíaca de 130 batimentos por minuto, 45 murmúrios respiratórios por minuto, temperatura corporal de 35,8°C, além do relato da mãe de um episódio de êmese na noite anterior.

Sobre o atendimento realizado pela enfermeira, assinala a alternativa CORRETA quanto à conduta adequada:

  • Encaminhar a criança para a consulta médica na própria USF, por estar com taquicardia, um sinal de perigo (130 bpm).
  • Agendar o próximo atendimento na própria unidade em tempo preconizado, por não haver nenhum sinal de perigo.
  • Encaminhar imediatamente à cirurgia pediátrica devido a criptorquidia e orientar a mãe que testículos não palpáveis representam uma anomalia congênita.
  • Encaminhar a criança à urgência e emergência devido à taquipneia (45 mrm), explicando a mãe que o máximo para a idade do bebê é de 40 mrm.
  • Encaminhar a urgência em função do episódio de êmese na noite anterior, pois na primeira semana de vida esse pode ser um sinal de perigo.
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