Correndo paralela à historiografia oficial produzida no
século XIX e começo do XX, que deu visibilidade apenas aos homens como personagens principais das lutas
pela independência, encontra-se outra literatura – obras
de uma série de autores menos valorizados que escreveram biografias sobre as heroínas desse movimento.
Existe um repertório composto por livros sobre “mulheres
célebres”, “mulheres patrióticas”, “mulheres ilustres”, que
devia servir como lição de moral para as jovens e que,
muitas vezes, era leitura obrigatória nas escolas.
(Maria Ligia Coelho Prado, América Latina no século XIX.
Tramas, telas e textos)
O excerto acima está relacionado ao contexto
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