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#2056073

César, et al. (2017) realizaram um estudo epidemiológico onde indicam que as mulheres são de duas a oito vezes mais propensas à ruptura do ligamento cruzado anterior (LCA) que os homens, quando participam de uma mesma atividade. Dentre os fatores utilizados para explicar tal discrepância, a relação entre os picos dos hormônios sexuais femininos e o aumento da frouxidão ligamentar tem sido recentemente abordada, apontando os seguintes resultados:

- a frouxidão do LCA foi observada com maior frequência nas fases folicular tardia e lútea, porém os resultados foram obtidos por meio de uma avaliação estática. No entanto, as lesões do LCA usualmente ocorrem em situações dinâmicas.

- a fase folicular inicial, nos questionários pós-lesão e levantamento de dados, foi indicada. No entanto, esse achado foi baseado em dados subjetivos, limitando sua fidedignidade.

(César, G.M. et al.Influência dos hormônios sexuais na frouxidão e lesão do LCA: revisão bibliográfica. Fisioterapia em Movimento, v.21, n.3, set. 2017. ISSN 1980-5918.)


Com base no texto, é correto afirmar-se que as mulheres

  • podem sofrer influência dos hormônios sexuais na fase lútea, pois, nessa fase, por ação do FSH, ocorre uma grande variação na quantidade de secreção de estrogênios e progesterona.
  • podem ser mais acometidas pela ruptura do ligamento, na fase folicular, quando o folículo cresce estimulado pelo LH e produz grande quantidade de progesterona, um hormônio que provoca o crescimento do endométrio.
  • lesionadas terão comprometimento na ligação entre os ossos, pois eles agem como fibras resistentes que mantêm os ossos unidos e o joelho estável.
  • que tiverem, ruptura de ligamento cruzado anterior terão problemas de estabilidade, pois a estrutura que faz a conexão entre músculos e ossos estará comprometida.
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