Pacientes que já utilizam a fosfoetanolamina
sintética para o tratamento do câncer devem ter
assegurado o direito de continuar esse uso, ainda
que os testes clínicos para validar os efeitos da
substância não tenham sido realizados, segundo o
imunologista Durvanei Augusto Maria, que
pesquisa a substância há cerca de dez anos no
Instituto Butantã, em São Paulo.