Na literatura científica do campo da
Arquivologia, intensificam-se os debates acerca da
necessidade de um novo perfil do profissional de
arquivo que não seja apenas um organizador de
papéis, que lute por uma posição mais proativa de
seu saber, que rompa com o mito da objetividade e
imparcialidade da área. Para HEYMANN (2008),
existe uma fase no processo de tratamento dos
arquivos onde esta concepção do arquivista não
como um mero conservador, mas como “produtor” de
saber, aparece especialmente. É no processo de:
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