Inserem-se o trecho de um discurso proferido por Mussolini em 1933 e uma imagem da sua viagem à Líbia
realizada em 1937, quando visitou ruínas romanas nesse território.
Você abre um jornal e lê que foi descoberto um imenso anfiteatro romano (...) perto de Lyon (...). Da França
seguimos para a Alemanha e de Berlim teremos notícias da descoberta de gigantescas fortificações romanas
em Wetzlar (...). Até agora foram identificados cinco castelos fortificados e cinco acampamentos, bem como
uma estrada militar romana que ia até o Baixo Reno. (...) Notícias de importantes descobertas romanas
também chegam de Viena. Um sarcófago romano foi descoberto em Florença. Não passa um dia sem que
algum documento da grandeza de Roma volte à luz do dia. A terra parece ansiosa por restaurar os vestígios
daquele que foi o maior império da história. Por que negar a existência de algo misterioso no fato de estas
descobertas em todos os cantos da Europa coincidirem com a época fascista, que retomou os símbolos de
Roma e apontou ao povo italiano as virtudes que tornaram Roma dominante e poderosa?
(SUSMEL, Edoardo; SUSMEL, Dulio (Orgs.).
Opera Omnia di Benito Mussolini –
vol. XXVI. Florença: La Fenice, 1958.)
(Disponível em:
https://luceperladidattica.com/2017/11/29/immagini-dellarcheologia-italiana-in-libia-documentazione-epropaganda-dallarchivio-storico-luce-di-alessandra-tomassetti/ Acesso 9/2/2024.)
De acordo com as informações, é correto afirmar que durante o regime fascista de Mussolini os registros
arqueológicos foram