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#3525906

Uma criança de 6 anos é transferida para a UTI pediátrica após 2 dias de internação em uma enfermaria pediátrica por diarreia com muco e sangue, vômitos e dor abdominal. Vem recebendo hidratação endovenosa e, nas últimas 24 horas, apresenta queda da diurese (0,3 mL/kg/hora), palidez intensa e aparecimento de petéquias na face e no tronco, apesar de manter estabilidade hemodinâmica.
Assinale a alternativa que apresenta a hipótese diagnóstica e os exames que devem ser coletados.

  • A criança provavelmente está evoluindo para uma insuficiência renal pré-renal devido à diarreia e desidratação; deve-se coletar ureia e creatinina além de gasometria e eletrólitos.
  • A criança deve estar séptica secundária ao quadro diarreico; deve-se coletar hemograma, PCR, hemoculturas, exames de coagulação, gasometria e eletrólitos.
  • A criança deve estar com uma insuficiência renal secundaria à infecção. Pela classificação de KDIGO se creatinina estiver 1,5x à basal e com este débito urinário já deve ser estágio 2; deve-se coletar ureia e creatinina e monitorizar rigorosamente a diurese.
  • A criança pode estar apresentando uma síndrome hemolítico urêmica secundária a diarreia por E. coli; deve-se coletar ureia, creatinina, eletrólitos, gasometria, hemograma completo e esfregaço do sangue periférico e, se possível, nível do ADAMS 13.
  • A criança apresenta risco para lesão renal aguda devido à redução de diurese pela classificação do pRIFLE; deve-se coletar ureia, creatinina, cistatina para a realização do Clearance. Se houver redução de 25% se considera risco, para lesão renal; se reduzir 50% é lesão renal e se reduzir 75% é considerado falência renal aguda.
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