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#3674225

Mulher de 58 anos é atendida em consulta de retorno por osteoporose e fratura recente por compressão vertebral de L2. O antecedente é positivo para diabetes mellitus tipo 1 complicado por doença renal crônica em estágio 5. Há dois meses, ela sentiu dor lombar repentina ao se levantar, o que motivou avaliação em um pronto-socorro local. A radiografia da coluna lombar demonstrou uma fratura por compressão vertebral de L2. Isso foi seguido por ressonância magnética da coluna lombar, que revelou achados consistentes com uma fratura por compressão vertebral aguda. Ela recebeu analgésicos e um tratamento de curto prazo com calcitonina intranasal. A densitometria óssea revela osteoporose com um escore T de –3,7 em L3-L4 e –2,9 no colo do fêmur. A paciente usa calcitriol oral, 0,5 mcg por dia, para controlar o hiperparatireoidismo secundário. Exames séricos: cálcio: 8,3 mg/dL (normal: 8,2 a 10,2); fosfato: 4,9 mg/dL (normal: 2,3 a 4,7); magnésio: 2,3 mg/dL (normal: 1,5 a 2,3); albumina: 3,5 g/dL (normal: 3,5 a 5,0); creatinina: 5,1 mg/dL (taxa de filtração glomerular de 13 mL/min/1,73 m2); PTH intacto: 63 pg/mL (normal: 10 a 65); 25-hidroxivitamina D: 28 ng/mL (normal: 30 a 80).
O próximo passo de escolha no manejo dessa paciente é

  • aumentar a dose de calcitriol para 1 mcg por dia.
  • prescrever cinacalcete.
  • avaliar o nível sérico de C-telopeptídeo.
  • medir a fosfatase alcalina óssea específica no sangue.
  • pedir a 1,25-di-hidroxivitamina D sérica.
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