Publicado em 16 de outubro, o texto expôs o país a mais
um vexame. A ONU manifestou “profunda preocupação”
e lembrou que o Brasil convive com sérios problemas
“em fazendas, fábricas e domicílios”. A Organização Internacional do Trabalho alertou para o “aumento da desproteção e vulnerabilidade de uma parcela da população
já muito fragilizada”.
Por aqui, a repercussão também foi desastrosa. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, definiu a portaria como um “claro retrocesso”. A ministra Rosa Weber,
do STF, afirmou que o texto afrontava direitos fundamentais das pessoas e decidiu suspender seus efeitos.
(Folha de S.Paulo, 28.12.2017. goo.gl/21LtzJ. Adaptado)
A Portaria destacada na notícia tratava
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