O que faz sentido pensar historicamente, por que faz sentido
pensar isso ou aquilo, para que apreender, entender, atribuir
sentido a gentes e a grupos, a tempos e a episódios? A cada
tempo sua intriga desafiadora. A cada quotidiano pertence uma
nova bateria de questões ou a revisão de questões não raro
múltiplas vezes tratadas. E a todas elaboram-se respostas ao
sabor do tempo presente. Não me parece que as narrativas
históricas sejam quaisquer, já que revestidas da confiabilidade
metódica.
MARTINS, Estevão C. de Rezende. História: por quê? Para quê? In: AVELAR,
Alexandre de Sá (org.). História para quê? Para quem? 1. ed. Teresina:
Cancioneiro, 2024, p. 15.
A concepção de história presente na citação compreende o
passado como
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