Para padronizar o uso de siglas e acrônimos à redação oficial dos atos normativos, foram adotados os conceitos do Manual de
Elaboração de Textos da Consultoria Legislativa do Senado, ao dispor que: “[...] a) o uso de siglas e acrônimos deve ser parcimonioso e restringir-se àquelas já existentes e consagradas; b) as siglas e os acrônimos devem ser escritos no mesmo corpo do texto,
sem o uso de pontos intermediários ou finais.” (BRASIL, 1999) É um exemplo de acrônico:
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