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#2585850

Homem de 72 anos de idade é admitido em unidade de emergência com histórico de HAS, dislipidemia e diabetes mellitus. Relata quadro doloroso precordial associado a esforços, nos últimos três meses, mas com resolução espontânea. Há cerca de duas horas, iniciou quadro doloroso intenso em precórdio, sem melhora com repouso, que irradiou para membro superior esquerdo, além de dispneia e sudorese. O paciente está em uso de ramipril de 10 mg/dia; AAS 100 de mg/dia e sinvastatina. Refere uso irregular de metformina e glibenclamida interrompido há oito dias. Realizou-se, então, ECG que evidenciou infra de segmento ST de V1 a V4 com inversão de onda T. A avaliação laboratorial não detectou elevação de troponina I e nem de CK-MB massa. Os demais exames mostraram-se sem alterações, à exceção de dislipidemia e glicemia 198 mg/dL.


Com base nesse caso clínico hipotético, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, assinale a alternativa correta.

  • O incremento do risco hemorrágico na associação de antiagregantes plaquetários impede a associação de clopidogrel ao AAS.
  • O risco isquêmico alto indica realização de cineangiocoronariografia imediata, com dose de ataque de clopidogrel e heparina.
  • O risco isquêmico e hemorrágico alto indica o uso de nitratos e betabloqueadores e futura análise de viabilidade com exame complementar.
  • O risco isquêmico é superior ao risco hemorrágico, sendo necessárias otimização da terapia antilipêmica e combinação de enoxaparina, dose de ataque de clopidogrel e manutenção de AAS, e programação de cineangiocoronariografia.
  • O risco de sangramento, nesse caso, com uso de prasugrel é menor quando comparado ao uso de clopidogrel.
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