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#3707160

Paciente de 86 anos do sexo masculino apresenta quadro de claudicação incapacitante que o impede de realizar suas atividades fora de casa, pois está quase no nível de dor-derepouso. Seus exames de imagem mostraram suboclusões das ilíacas comuns e estenoses severas das externas. Femorais superficiais ocluídas nas origens com poplíteas que reabitavam na linha do joelho. À direita, havia apenas uma tibial posterior aberta. À esquerda, uma fibular e uma tibial posterior com muitas estenoses. Foi realizado kissing stent com angioplastia e stent até as ilíacas externas, sem intercorrências. O deságue se deu pelas profundas.
Na consulta de 30 dias de pós-operatório, o paciente reclama que está sentindo mais dor que antes da cirurgia, está pior. Logo que sai de casa, já começa a sentir uma pequena dor nas panturrilhas. A dor se acentua se ele continua a andar, o que faz com que ele logo tenha de parar, configurando o ciclo clássico da claudicação intermitente. Ao exame, pulsos femorais ++++/4, demais ausentes, membro aquecido e enchimento capilar lentificado nos pés.
A conduta mais acertada diante desse quadro é

  • expectante e orientação.
  • profundoplastia para melhorar o deságue.
  • recanalização fêmuro-poplítea endovascular.
  • by-passdas femorais para algum trecho bom das infrageniculares.
  • iniciar ciclo de prostaglandina venosa.
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