Paciente de 86 anos do sexo masculino apresenta quadro de
claudicação incapacitante que o impede de realizar suas
atividades fora de casa, pois está quase no nível de dor-derepouso. Seus exames de imagem mostraram suboclusões das
ilíacas comuns e estenoses severas das externas. Femorais
superficiais ocluídas nas origens com poplíteas que reabitavam na
linha do joelho. À direita, havia apenas uma tibial posterior
aberta. À esquerda, uma fibular e uma tibial posterior com
muitas estenoses. Foi realizado kissing stent com angioplastia e
stent até as ilíacas externas, sem intercorrências. O deságue se
deu pelas profundas.
Na consulta de 30 dias de pós-operatório, o paciente reclama que
está sentindo mais dor que antes da cirurgia, está pior. Logo que
sai de casa, já começa a sentir uma pequena dor nas panturrilhas.
A dor se acentua se ele continua a andar, o que faz com que ele
logo tenha de parar, configurando o ciclo clássico da claudicação
intermitente. Ao exame, pulsos femorais ++++/4, demais
ausentes, membro aquecido e enchimento capilar lentificado nos
pés.
A conduta mais acertada diante desse quadro é
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